terça-feira, 28 de setembro de 2010

Versalhes e outros...

Chegando a Versalhes, de cara deparamos com vendedores ambulantes aos montes. Homens, na maioria africanos, vendendo souvenirs de Paris. Cena bem familiar a nós brasileiros é bem comum em Paris, não só em Versalhes, mas na Torre Eiffel, na Champs Elysée, entre outros pontos turísticos. Assim como aqui, os camelôs são proibidos, o que significa que quando fiscais começam a se aproximar os panos que “expõem os produtos” são rapidamente fechados virando um saco. Outra semelhança é a insistência dos vendedores para com os compradores, o que leva a baixas de preço consideráveis.

Voltando para Versalhes, o que mais impressiona são os jardins. Eles são de uma imensidão impressionante. Pra conhecer tudo você precisa passar um dia inteiro lá, pelo menos. Eles são maravilhosos, e não consigo imaginar o quanto eles gastam de manutenção ali, porque é muito bem cuidado.

Quanto aos ingressos, fiquei decepcionada com as meio entradas. Pra começar, elas não são exatamente metade do valor, são um pouco mais. E, pelo que me lembre, só paguei duas vezes esse valor com desconto (se não me engano na Torre Eiffel e no Musée D’Orsay), isso porque fiz uma carteirinha internacional de estudante. Bom, mas outro fato é que lá eles dão muito valor para estudantes da União Européia, o que significa que, na maioria das vezes, eles possuem desconto e os outros estudantes do resto do mundo, não. Lá em Versalhes mesmo, enquanto estávamos na fila para comprar ingressos fiquei toda empolgada quando anunciaram que estudantes de cursos de design, arquitetura, história, entre outros, teriam entrada liberada no Palácio. Porém, quando cheguei na bilheteria, descobri que esse era um privilégio só para estudantes da União Européia. É, fazer o que?!

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